Capítulo 1
Armagedom: a batalha final
Prefácio
A vida está nos acenando com novas perspectivas. Vamos dar mais alguns passos? Juntos seremos capazes; sozinhos ainda estamos sujeitos à queda. O cenário que aos nossos espíritos é dado entrever é exuberante de luz e de possibilidades.
O programa já cumprido em grande parte, naturalmente com bastante sofrimento, é o introito de novos acertos, de novas realizações. Não vamos deixar esvaírem-se de nossos campos de ação esses recursos a nós outorgados como prêmio pela nossa constante aplicação e renúncia.
Soubemos, nesta luta para a realização dos nossos ideais, separar o joio do trigo. Temos nossos celeiros abastecidos convenientemente.
Trabalhemos conscientemente em perfeita harmonia com a obra da Criação, distribuindo o que pudermos e semeando o que sobrar. A Natureza nos trará de volta o que a nós efetivamente pertencer.
A Deus o que é de Deus, a César o que é de César.
1 - Intuição
Saber distinguir uma intuição de uma ideia preconcebida é um passo avançado para o desenvolvimento dos nossos trabalhos. A intuição vem sempre quando menos esperamos, justamente quando nossa mente está vazia. Daí a importância da meditação, que temos apregoado regularmente. É muito importante que nos desliguemos dos nossos preconceitos, que são sempre um entrave para a aquisição de conhecimentos. Estes virão nos momentos oportunos e, por serem inusitados, só serão aceitos por aqueles que não antepõem a barreira intelectual para a aceitação de ideias novas.
O Espiritismo evoluiu muito rapidamente no século XX. Juntando-se a ele as práticas milenares da filosofia oriental, já podemos com mais facilidade devassar o que outrora só era revelado a pouquíssimas pessoas bem dotadas. Assim sendo, a nova revelação prometida para o terceiro milênio vem se fazendo sentir com grande proveito para todos. Nem por isso, porém, vamos abrir mão dos trabalhos doutrinários, que são eficientes para o socorro de espíritos necessitados de toda ordem.
Há inúmeros casos em que as vibrações, por mais sutis e harmoniosas que sejam, não surtem efeito como uma conversa fraterna, sincera e bem dirigida. Nesses casos, por estes meios, vamos conseguindo extrair lá do âmago de cada alma as mágoas, os recalques, os problemas que as infelicitam. Como numa catarse, vem à tona todo o complexo emocional retido através de incontáveis reencarnações. Nossa experiência nesse campo nos endossa essa afirmação.
Esses mesmos espíritos recuperados e conscientes de sua nova realidade, por certo engrossarão as fileiras dos que querem e podem, com o poder da mente e das práticas esotéricas, reconstituir este planeta, essa nossa Terra em que a Vida é tão exuberante.
2 - O corpo humano e suas necessidades
Todo mundo o vê; é inegável que o corpo humano existe. Como se formou, nem todos podem saber. Cientificamente, existe há milhares de anos. Quem anda displicentemente por aí está tão acostumado a essa massa humana que já nem pensa sobre essa maravilha tão comum. O cego não vê, mas o sente; sente a vida mais que nós, que a enxergamos a cada passo. Nesse corre-corre, nesse afã de viver, o homem se esquece de que vive. Luta pela sobrevivência e, sem mesmo saber por quê, vive.
Uns, mais avançados, começam a perguntar o porquê disso ou o porquê daquilo. Se não compreendem tudo, deixam o resto que não compreendem por conta dos mistérios e dos dogmas religiosos. A humanidade é isso que conhecemos, através dos registros materiais e intelectuais ao longo dos milênios, nas diferentes raças, crenças e culturas. Portanto a humanidade é a mesma com suas virtudes e defeitos, porém com a disponibilidade de uma tecnologia avançada, com vistas a ajudar no aprimoramento individual e coletivo. Recursos tecnológicos mal utilizados, pois enfatizam justamente, através dos meios de comunicação, tudo aquilo que não serve para um avanço da atual civilização.
Mas... voltemos ao corpo humano, essa máquina viva que o homem ainda não soube imitar, apesar de toda essa tecnologia. O corpo humano, que conseguimos olhar de cima para baixo e não de baixo para cima, como é comum aos mortais olhá-lo e algumas poucas vezes admirá-lo, é esse Universo de maravilhas concentradas e organizadas de tal forma a desempenharem os mais intrincados trabalhos; tudo no mais esplendoroso equilíbrio de formas e funções.
O corpo humano... quem nos deu?!
Por certo não foi o próprio homem, visto que a ciência se desenvolveu há pouquíssimos anos relativamente ao aparecimento do ser humano na Terra. Assim sendo, a quem cabe a proeza de tão grande feito? Por mais selvagem que sejamos, resta-nos uma resposta: a Deus certamente. Deus, que também não sabemos quem seja, mas Deus, já que não temos outra opção.
A vida está nos acenando com novas perspectivas. Vamos dar mais alguns passos? Juntos seremos capazes; sozinhos ainda estamos sujeitos à queda. O cenário que aos nossos espíritos é dado entrever é exuberante de luz e de possibilidades.
O programa já cumprido em grande parte, naturalmente com bastante sofrimento, é o introito de novos acertos, de novas realizações. Não vamos deixar esvaírem-se de nossos campos de ação esses recursos a nós outorgados como prêmio pela nossa constante aplicação e renúncia.
Soubemos, nesta luta para a realização dos nossos ideais, separar o joio do trigo. Temos nossos celeiros abastecidos convenientemente.
Trabalhemos conscientemente em perfeita harmonia com a obra da Criação, distribuindo o que pudermos e semeando o que sobrar. A Natureza nos trará de volta o que a nós efetivamente pertencer.
A Deus o que é de Deus, a César o que é de César.
1 - Intuição
Saber distinguir uma intuição de uma ideia preconcebida é um passo avançado para o desenvolvimento dos nossos trabalhos. A intuição vem sempre quando menos esperamos, justamente quando nossa mente está vazia. Daí a importância da meditação, que temos apregoado regularmente. É muito importante que nos desliguemos dos nossos preconceitos, que são sempre um entrave para a aquisição de conhecimentos. Estes virão nos momentos oportunos e, por serem inusitados, só serão aceitos por aqueles que não antepõem a barreira intelectual para a aceitação de ideias novas.
O Espiritismo evoluiu muito rapidamente no século XX. Juntando-se a ele as práticas milenares da filosofia oriental, já podemos com mais facilidade devassar o que outrora só era revelado a pouquíssimas pessoas bem dotadas. Assim sendo, a nova revelação prometida para o terceiro milênio vem se fazendo sentir com grande proveito para todos. Nem por isso, porém, vamos abrir mão dos trabalhos doutrinários, que são eficientes para o socorro de espíritos necessitados de toda ordem.
Há inúmeros casos em que as vibrações, por mais sutis e harmoniosas que sejam, não surtem efeito como uma conversa fraterna, sincera e bem dirigida. Nesses casos, por estes meios, vamos conseguindo extrair lá do âmago de cada alma as mágoas, os recalques, os problemas que as infelicitam. Como numa catarse, vem à tona todo o complexo emocional retido através de incontáveis reencarnações. Nossa experiência nesse campo nos endossa essa afirmação.
Esses mesmos espíritos recuperados e conscientes de sua nova realidade, por certo engrossarão as fileiras dos que querem e podem, com o poder da mente e das práticas esotéricas, reconstituir este planeta, essa nossa Terra em que a Vida é tão exuberante.
2 - O corpo humano e suas necessidades
Todo mundo o vê; é inegável que o corpo humano existe. Como se formou, nem todos podem saber. Cientificamente, existe há milhares de anos. Quem anda displicentemente por aí está tão acostumado a essa massa humana que já nem pensa sobre essa maravilha tão comum. O cego não vê, mas o sente; sente a vida mais que nós, que a enxergamos a cada passo. Nesse corre-corre, nesse afã de viver, o homem se esquece de que vive. Luta pela sobrevivência e, sem mesmo saber por quê, vive.
Uns, mais avançados, começam a perguntar o porquê disso ou o porquê daquilo. Se não compreendem tudo, deixam o resto que não compreendem por conta dos mistérios e dos dogmas religiosos. A humanidade é isso que conhecemos, através dos registros materiais e intelectuais ao longo dos milênios, nas diferentes raças, crenças e culturas. Portanto a humanidade é a mesma com suas virtudes e defeitos, porém com a disponibilidade de uma tecnologia avançada, com vistas a ajudar no aprimoramento individual e coletivo. Recursos tecnológicos mal utilizados, pois enfatizam justamente, através dos meios de comunicação, tudo aquilo que não serve para um avanço da atual civilização.
Mas... voltemos ao corpo humano, essa máquina viva que o homem ainda não soube imitar, apesar de toda essa tecnologia. O corpo humano, que conseguimos olhar de cima para baixo e não de baixo para cima, como é comum aos mortais olhá-lo e algumas poucas vezes admirá-lo, é esse Universo de maravilhas concentradas e organizadas de tal forma a desempenharem os mais intrincados trabalhos; tudo no mais esplendoroso equilíbrio de formas e funções.
O corpo humano... quem nos deu?!
Por certo não foi o próprio homem, visto que a ciência se desenvolveu há pouquíssimos anos relativamente ao aparecimento do ser humano na Terra. Assim sendo, a quem cabe a proeza de tão grande feito? Por mais selvagem que sejamos, resta-nos uma resposta: a Deus certamente. Deus, que também não sabemos quem seja, mas Deus, já que não temos outra opção.
3 - A relação Homem-Deus
O ser humano, criado por Deus, só pode, por elementar conclusão, pertencer a Deus. Mas onde está Deus? perguntamos, e a nossa inteligência, também criada por Deus, responde: está em nós mesmos, através da emanação que o próprio Deus nos insuflou. Se a inteligência vem de Deus, Deus está em nós; e se Deus está em nós, nós somos parte de Deus; somos parte do Todo que nos deu origem. E agora sim, passaremos a ser religiosos, concebendo esta união perfeita do Filho com o Pai.
Se somos um corpo e uma inteligência, somos então muito importantes; muita significação há em tudo isso que relatamos. O ser humano, como parte de um grande e infinito Todo que é Deus Criador, é, portanto, dotado de todas as características do Todo que lhe deu origem. Esse silogismo nos leva ao grande oceano da Sabedoria Suprema, que é a fonte inesgotável de todo o nosso conhecimento. Quando nos conhecermos a nós mesmos, conheceremos também Aquele que nos criou.
O desafio está feito.
Vamos em frente.
A luz brilha para nós.
As necessidades do corpo humano são, antes de mais nada, puramente fisiológicas, pois, ainda que esteja em estado de inconsciência, essas funções são executadas independentemente de sua vontade. Recém-nascido, o ser humano é amplamente dotado de todas as faculdades inerentes à sua natureza: sensações, emoções, sono, vigília e o desempenho das funções vitais.
Na inconsciência da primeira infância, essas faculdades vão se aprimorando, exercendo o equilíbrio que deverá haver para o resto da vida carnal. Sem esse período de adaptação ao meio e de desenvolvimento também psíquico, não teria efeito toda a gama de fatores que contribuem para o crescimento físico, psíquico e moral da criatura.
A obra da Criação cuida de tudo: os mais delicados acertos vão se fazendo para que essa máquina viva possa desempenhar seu mister no seio da família que a abrigou, no convívio com a sociedade da qual fará parte. O desabrochar de uma criança, com todos os seus encantos, vivacidade e alegria, é o maravilhoso sinal que vem de Deus para nós irmos aprendendo à custa desta vida pura, inocente e sábia na sua inocência, lições que guardaremos para sempre.
A vida física a conhecemos bem através da nossa própria observação, e o que não conseguimos perceber, a ciência hoje nos ensina por meio dos seus diferentes ramos. O que sabemos a priori é que, para haver vida, é preciso que haja alimento. Este a Natureza nos garante. Se formos sensatos, usaremos desses recursos naturais e o corpo crescerá e se desenvolverá. Fisicamente é este o milagre da Vida, da Vida física, bem entendido.
E os demais atributos do ser humano? A inteligência, a vontade, o sentimento, as emoções? A nós nos parece que tudo isso se faz sem que tomemos conhecimento. Mas será mesmo assim? Não; por certo que não. O alimento físico só alimentará o físico. Comprovadamente o ser humano requer outras tantas necessidades, também psíquicas, para que a sua psique se desenvolva. Sabemos que a educação é fator complexo e indispensável para a complementação de um ser vivente.
Tratados e mais tratados foram escritos para o suprimento desta grande tarefa – a dos educadores. Pais e mestres se completam para fazerem da criança o homem ideal... Só por isso a sociedade deveria ser hoje motivo de muito orgulho para aqueles que à educação se consagraram.
No entanto, infelizmente, não é o que se tem à vista.
Sistema educacional falido?
Não; falido não, mas incompleto. Porque o ser humano não é só corpo, não é só inteligência. Ele é também, como seu Criador, centelha viva, espírito eterno. A verdade fala por si, mas às vezes precisamos consolidá-la. Muito se tem falado a respeito da educação; no entanto, o ser humano ainda está bem longe dela. Porque por educação se deve entender algo que, apesar dos reveses externos, esteja tão firme em nós como verdadeira fortaleza inexpugnável.
Este algo integrante da nossa personalidade deve encerrar atitudes condignas ao conhecimento que possuímos; caso contrário, nossos conhecimentos, por mais extensos que sejam, não surtirão o efeito positivo que deveriam causar em benefício dos que nos rodeiam. Educação é esse algo superior que plasmamos em nós mesmos através de nossas experiências. Ela vem de dentro, não de fora. Educação é autodisciplina, incluindo todas as faculdades cognitivas e subjetivas, como atenção, observação, percepção, emoção, sentimento e inteligência.
O desenvolvimento dessas faculdades todas, feito através de nossas vidas, sempre no seio de uma sociedade, nos conferiu esta possibilidade de autodisciplina e um grau avançado de todas elas à custa de dedicação e vontade de crescer; crescimento este enquadrado na Lei da Evolução. Portanto, a educação vem de dentro de nós: educamo-nos ante as dificuldades que a Vida impõe; eliminamos o que nos é nocivo e aproveitamos as conquistas verdadeiramente valiosas.
Através da Vida, que é eterna, moldamos nosso caráter, que será tanto mais íntegro quanto mais embates tivermos para superar. Somos indivíduos pretensiosamente íntegros, compondo uma sociedade, a qual, dependendo da soma de bons ou maus elementos, será evoluída ou não. Como as faculdades morais pertencem ao espírito, há de se convir que a educação, para ser eficaz, deveria visar ao aprimoramento do espírito. E como atualmente as pessoas estão bem pouco interessadas na eternidade do espírito, a educação oferecida pelas instituições está bem longe de ser completa. Aprimora-se muito o físico, pouco o intelecto e nada o espírito.
Não querendo ser radicais, procuremos mudar esses padrões e teremos então um preceito mais moderno: “corpus sanum in mente sana”; e não como antigamente: “mens sana in corpore sano”. Os princípios fundamentais para uma vida bem vivida são, portanto: conservação de um corpo sadio, o que não será difícil se respeitarmos as leis naturais; culto ao nosso potencial interior e aprimoramento dele por meio de recursos esotéricos, que já conhecemos.
A longa vida que já vivemos nos trouxe até aqui e daqui temos que seguir adiante. Por isso temos insistido tanto nesse novo comportamento que devemos adquirir; fazer dessas práticas esotéricas um modo de vida é, no momento, nossa obrigação mais urgente. O mundo está caótico e precisa muito do nosso equilíbrio; mas equilíbrio verdadeiro, não só aparente. Centrados em nós mesmos, temos de presenciar o exterior e fazer de conta que nada vemos; sofrer revides, ignorando-os; assistir às tragédias, ajudando-as com o nosso zelo, dedicação e amparo; socorrendo a quem pudermos socorrer sem perguntar quem sejam ou o que professam.
Os tempos estão chegados e as grandes mudanças se efetuarão, queiramos ou não, entendamos ou não. A transformação se faz necessária e o momento de nosso testemunho é agora. Vamos deixar para segundo plano as coisas supérfluas, de constituição efêmera, coisas que não sobreviverão às grandes catástrofes. Muitos alertas já foram dados pela espiritualidade e agora é o chamamento final.
Os dias estão contados para muitos, as horas são inexoráveis e os minutos mais importantes do que nunca. O que mencionamos não deve se constituir uma ameaça, apenas um lembrete do que seus espíritos já conhecem. Práticas, práticas e práticas esotéricas (interior) e exotéricas (exterior) dentro dos padrões concernentes às boas obras.
4 - Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra de Deus
O alimento para o nosso espírito é mais importante que tudo; são todas as energias puras que nos chegam para nos revigorar e nos fazer capazes das mais incríveis odisseias. O que conhecemos não deve nos impressionar mais do que tudo que desconhecemos. Quando nos propomos a escalar uma montanha, ignoramos o panorama que descortinaremos lá do alto. A visão total do que podemos abarcar com olhos carnais já é estarrecedora, quem dirá quando contemplarmos com o poder do espírito liberto.
Nosso trabalho nas reuniões que fazemos aqui fala-nos dessa possibilidade de desprendimento, quer para os espíritos que por aqui passam, quer para os encarnados que se dedicam com amor. Um pouco de reclusão diária só nos fará bem; sem premeditação, entreguemo-nos a Deus, que Ele fará o resto.
Vamos experimentar?
Aos que perguntarem se isso é mesmo possível, responderemos que não é mais uma questão de crença, mas de comprovação. Os exercícios ainda são muito importantes e eles nos levarão à sintonia certa. Uma vez sintonizado o aparelho mediúnico, o intercâmbio vai se fazendo naturalmente. Não é nada sobrenatural; é tudo muito simples, natural e decorrente de um posicionamento. Nossa mente vai ser posta em ação e os contatos serão imediatos.
Numa primeira fase, nos predispomos, sentando-nos confortavelmente, relaxando-nos física e mentalmente, de maneira a sermos um vaso puro onde será derramado o elixir mirabolante das energias, previamente preparadas pelo plano espiritual superior. É um trabalho que não está começando hoje, mas vem sendo elaborado, testado e comprovado há muito tempo. O fruto está maduro, pronto para ser colhido e saboreado; alimentará todo o nosso ser e ainda suprirá a necessidade de tantos outros.
Todo aquele que já tem conhecimento das verdades eternas, é fiel a seus propósitos e quer se desenvolver mais, encontrará as portas abertas. Assim acontecerá indiscriminadamente para todos.
Que a religião não seja o tropeço para tal, já que a mediunidade não é privilégio de ninguém.
Façamos o nosso exercício de hoje.
5 - O espírito, centelha viva do amor de Deus
Eu sou, tu és, ele é espírito. Mas o que isso significa? Nada para a maioria, e muito para bem poucos encarnados. É preciso nos reportarmos aos primórdios da "civilização" para nos inteirarmos do significado do espírito. Na mais ingênua simplicidade, nosso ancestral não ignorava que alguma coisa existe além da morte do corpo físico. Alguma força invisível se esvaiu do cadáver.
O coração emudeceu; a cor lhe fugiu da carne, e o silêncio é o que resta. Mistério!... E atrás deste profundo silêncio, uma voz se faz ouvir: dentro de cada sobrevivente fala a voz interior de cada um, uma voz que não tem nome, mas que se sente e se entende – Deus – a suprema divindade para os já iconoclastas gentios.
Deus, que habita dentro e fora de nós, concretiza a grande realidade da Vida; a Vida, que é imortal, porque foge de nós e continua em nós. Esta é a grande dualidade: Deus – Espírito; Espírito – centelha divina; que juntos formam uma só unidade – a Unidade do Espírito Santo.
6 - O poder do Espírito Santo
A força que está em nós, que nos incita a irmos para a frente, existe; tenhamos ou não consciência dela. O ser humano, instruído ou não, rico ou pobre, moço ou velho, a conhece bem e justamente nas horas de maiores dificuldades. O chamado instinto de conservação não é nada menos que o próprio Deus em nós. Considerado assim, de maneira bastante elementar, vemos que essa força nos dirige com sabedoria nos momentos mais cruciais.
Analisando as reações do corpo físico, só o que por enquanto podemos fazer, concluímos, por simples observação, que Deus está sempre em nós, desde a fecundação até a morte. A força do Amor, que é a Lei da Atração Universal, dirige essas células umas para as outras para que o grande acontecimento se cumpra.
Na fusão de dois seres unicelulares está o segredo da vida carnal; mas nada acontece por acaso, um grande preparo antecedeu esse “milagre”. Mão invisível guiou, além de tudo, as duas criaturas que tiveram que se encontrar por “força do destino”, ou melhor dizendo, por força do Espírito Santo, que rege toda a Criação.
Diante de nós, temos a natureza a nos falar de Deus. Que essa mesma natureza seja para nós um hífen de luz para o céu, céu interior naturalmente, onde encontraremos as chaves de todos os mistérios e a nossa verdadeira felicidade.
7 - Quem pode mais, chora menos; quem sabe mais, sofre menos
A verdade é que a vida nos ensina a viver. A cada lição aprendida, um sofrimento a menos. Enquanto não formos senhores de nós mesmos, seremos escravos dos outros também. O que é ser senhor de si? É viver a nossa vida com conhecimento de causa e, assim, não causarmos a nós o peso da ignorância alheia. O que os outros são ou fazem não nos interessa; deixemos que cada um viva as suas experiências e não admitamos que isso venha interferir na nossa conduta.
Isto não é ser egoísta; é simplesmente ser condescendente. Se a vida é sábia e disso não temos dúvida, por que não permitir que os outros aprendam também, como já aprendemos? É uma questão de tempo. Paciência é um atributo do professor. Temos de saber esperar que o conhecimento seja digerido e assimilado pelo aluno. Também nós fomos alunos, e alunos continuamos sendo; precisamos da paciência dos nossos mestres, assim como nossos companheiros menos capacitados precisam de nós.
Ao bom entendedor, meia palavra basta. Mas para o mau entendedor são necessárias repetidas palavras e, principalmente, bons exemplos. No preâmbulo de uma Nova Era, estamos nós a delinear nossos primeiros traços no livro em branco de nossas vidas. O que há de vir? O que restará dessa nossa civilização? Quem será o futuro habitante deste planeta? Sobre isso podemos até cogitar, sonhar e fantasiar.
A verdade, porém, não podemos modificar, e de uma coisa estamos certos: como está, não é possível continuar. Forçosamente tem de haver um basta; com profecias ou não, nossa própria voz interior nos fala que esta cadeia do mal, engendrada pelo próprio homem na sua luta egoísta para conquistar sempre mais e mais coisas perecíveis, tem de ser quebrada.
Deus onipotente está sempre agindo em nosso favor. De uma ou outra forma, Ele está nos alertando para que retomemos nossas rédeas para agirmos conjuntamente nesta hora fatal. Os clarins ressoam em nosso espírito, conclamando-nos para o trabalho de resgate sem discriminação, sem julgamento. Quem estiver ao nosso lado com certeza merecerá nossa atenção. A intuição nos ditará as regras e o modo pelos quais agiremos.
Preencheremos as páginas do livro da Nova Era com o fruto do nosso trabalho. Os habitantes desse novo mundo seremos nós mesmos – a humanidade resgatada das grandes catástrofes – físicas e morais.
E um novo dia há de brilhar para todos!
8 - Planeta Terra, nossa morada
Isolarmo-nos com este barulho em torno de nós não é fácil, mas impossível também não é. Se relaxarmos totalmente, veremos que aos poucos estes diferentes ruídos irão se distanciando de nós e, sem percebermos, já estaremos mergulhados no mais delicioso silêncio... O mundo ficou lá atrás com suas confusões, com seu bulício. Plainamos nas alturas e a viagem tem início. Varamos as nuvens, ultrapassamos os píncaros das mais elevadas cordilheiras; vamos ficando cada vez mais leves e mais condicionados a esse voo espetacular. Assim como o nosso contato material se foi, assim também, sem quase o percebermos, ultrapassamos as barreiras sonoras para ingressarmos numa atmosfera rarefeita e propícia aos nossos devaneios.
Nossa individualidade se funde à totalidade do incognoscível. Aspiramos os odores inimagináveis e a fragrância desses perfumes nos inebria. Nosso espírito voa aos confins da Terra, que vai ficando para trás, cada vez menor, cada vez mais distante.
9 - Terra!
Como te vemos tão pequenina, perdida neste espaço sem fim!
O teu significado e o teu valor se avultam à medida que te deixamos. Já não ouvimos os teus lamentos, as tuas dores, os teus gritos de aflição... banhados por este amor divino, só sabemos render-te culto por tudo o que agora significas para nós: berço de luz para nossos espíritos sequiosos de evolução; sacrário onde novas experiências nos esperam, nas novas vidas que teremos.
Enquanto nos extasiamos neste lapso de eternidade, tu, minha Terra querida, continuas a girar, a te refazeres das duras perdas por que passaste. A tua vida, assim como a dos teus habitantes, continua; até quando, não sabemos.
Mas o que importa saber, se já temos a consciência a nos falar da Perfeição, do Amor e do Equilíbrio Universal?
Deus, como sempre, nos guiará para o infinito e a ti deixamos nossos imorredouros agradecimentos. Deus, na Santíssima Trindade, seja louvado. Voltemos à nossa Terra, pois que ela é ainda o nosso lar, a nossa morada de tantos e tantos anos. Pelo menos agora sabemos por que aqui moramos; ora felizes, ora tristes, vamos firmando nossos passos, pois do que aqui fizermos dependerá o êxito de nossas missões.
A realidade aqui embaixo é bem cruel. Os choques e tantas tribulações se fazem sentir. Os embates são terríveis, o desacordo total. O que presenciamos em torno de nós é macabro, horripilante, fantasmagórico. Fechamos momentaneamente os olhos para nos refazermos perante esse espetáculo hediondo. Já não parece que os homens tenham sido criados por Deus; se acreditarmos nas forças do mal, diremos que Satanás venceu.
Não vamos descrever aqui o que constatamos como verdade. Afirmamos apenas que o nosso dever aumenta à medida que conhecemos a origem deste mal. Conhecedores que somos da psique humana, pois humanos também somos, temos a obrigação de compreendermos e perdoarmos esses delitos todos.
3 - A relação Homem-Deus
O ser humano, criado por Deus, só pode, por elementar conclusão, pertencer a Deus. Mas onde está Deus? perguntamos, e a nossa inteligência, também criada por Deus, responde: está em nós mesmos, através da emanação que o próprio Deus nos insuflou. Se a inteligência vem de Deus, Deus está em nós; e se Deus está em nós, nós somos parte de Deus; somos parte do Todo que nos deu origem. E agora sim, passaremos a ser religiosos, concebendo esta união perfeita do Filho com o Pai.
Se somos um corpo e uma inteligência, somos então muito importantes; muita significação há em tudo isso que relatamos. O ser humano, como parte de um grande e infinito Todo que é Deus Criador, é, portanto, dotado de todas as características do Todo que lhe deu origem. Esse silogismo nos leva ao grande oceano da Sabedoria Suprema, que é a fonte inesgotável de todo o nosso conhecimento. Quando nos conhecermos a nós mesmos, conheceremos também Aquele que nos criou.
O desafio está feito.
Vamos em frente.
A luz brilha para nós.
As necessidades do corpo humano são, antes de mais nada, puramente fisiológicas, pois, ainda que esteja em estado de inconsciência, essas funções são executadas independentemente de sua vontade. Recém-nascido, o ser humano é amplamente dotado de todas as faculdades inerentes à sua natureza: sensações, emoções, sono, vigília e o desempenho das funções vitais.
Na inconsciência da primeira infância, essas faculdades vão se aprimorando, exercendo o equilíbrio que deverá haver para o resto da vida carnal. Sem esse período de adaptação ao meio e de desenvolvimento também psíquico, não teria efeito toda a gama de fatores que contribuem para o crescimento físico, psíquico e moral da criatura.
A obra da Criação cuida de tudo: os mais delicados acertos vão se fazendo para que essa máquina viva possa desempenhar seu mister no seio da família que a abrigou, no convívio com a sociedade da qual fará parte. O desabrochar de uma criança, com todos os seus encantos, vivacidade e alegria, é o maravilhoso sinal que vem de Deus para nós irmos aprendendo à custa desta vida pura, inocente e sábia na sua inocência, lições que guardaremos para sempre.
A vida física a conhecemos bem através da nossa própria observação, e o que não conseguimos perceber, a ciência hoje nos ensina por meio dos seus diferentes ramos. O que sabemos a priori é que, para haver vida, é preciso que haja alimento. Este a Natureza nos garante. Se formos sensatos, usaremos desses recursos naturais e o corpo crescerá e se desenvolverá. Fisicamente é este o milagre da Vida, da Vida física, bem entendido.
E os demais atributos do ser humano? A inteligência, a vontade, o sentimento, as emoções? A nós nos parece que tudo isso se faz sem que tomemos conhecimento. Mas será mesmo assim? Não; por certo que não. O alimento físico só alimentará o físico. Comprovadamente o ser humano requer outras tantas necessidades, também psíquicas, para que a sua psique se desenvolva. Sabemos que a educação é fator complexo e indispensável para a complementação de um ser vivente.
Tratados e mais tratados foram escritos para o suprimento desta grande tarefa – a dos educadores. Pais e mestres se completam para fazerem da criança o homem ideal... Só por isso a sociedade deveria ser hoje motivo de muito orgulho para aqueles que à educação se consagraram.
No entanto, infelizmente, não é o que se tem à vista.
Sistema educacional falido?
Não; falido não, mas incompleto. Porque o ser humano não é só corpo, não é só inteligência. Ele é também, como seu Criador, centelha viva, espírito eterno. A verdade fala por si, mas às vezes precisamos consolidá-la. Muito se tem falado a respeito da educação; no entanto, o ser humano ainda está bem longe dela. Porque por educação se deve entender algo que, apesar dos reveses externos, esteja tão firme em nós como verdadeira fortaleza inexpugnável.
Este algo integrante da nossa personalidade deve encerrar atitudes condignas ao conhecimento que possuímos; caso contrário, nossos conhecimentos, por mais extensos que sejam, não surtirão o efeito positivo que deveriam causar em benefício dos que nos rodeiam. Educação é esse algo superior que plasmamos em nós mesmos através de nossas experiências. Ela vem de dentro, não de fora. Educação é autodisciplina, incluindo todas as faculdades cognitivas e subjetivas, como atenção, observação, percepção, emoção, sentimento e inteligência.
O desenvolvimento dessas faculdades todas, feito através de nossas vidas, sempre no seio de uma sociedade, nos conferiu esta possibilidade de autodisciplina e um grau avançado de todas elas à custa de dedicação e vontade de crescer; crescimento este enquadrado na Lei da Evolução. Portanto, a educação vem de dentro de nós: educamo-nos ante as dificuldades que a Vida impõe; eliminamos o que nos é nocivo e aproveitamos as conquistas verdadeiramente valiosas.
Através da Vida, que é eterna, moldamos nosso caráter, que será tanto mais íntegro quanto mais embates tivermos para superar. Somos indivíduos pretensiosamente íntegros, compondo uma sociedade, a qual, dependendo da soma de bons ou maus elementos, será evoluída ou não. Como as faculdades morais pertencem ao espírito, há de se convir que a educação, para ser eficaz, deveria visar ao aprimoramento do espírito. E como atualmente as pessoas estão bem pouco interessadas na eternidade do espírito, a educação oferecida pelas instituições está bem longe de ser completa. Aprimora-se muito o físico, pouco o intelecto e nada o espírito.
Não querendo ser radicais, procuremos mudar esses padrões e teremos então um preceito mais moderno: “corpus sanum in mente sana”; e não como antigamente: “mens sana in corpore sano”. Os princípios fundamentais para uma vida bem vivida são, portanto: conservação de um corpo sadio, o que não será difícil se respeitarmos as leis naturais; culto ao nosso potencial interior e aprimoramento dele por meio de recursos esotéricos, que já conhecemos.
A longa vida que já vivemos nos trouxe até aqui e daqui temos que seguir adiante. Por isso temos insistido tanto nesse novo comportamento que devemos adquirir; fazer dessas práticas esotéricas um modo de vida é, no momento, nossa obrigação mais urgente. O mundo está caótico e precisa muito do nosso equilíbrio; mas equilíbrio verdadeiro, não só aparente. Centrados em nós mesmos, temos de presenciar o exterior e fazer de conta que nada vemos; sofrer revides, ignorando-os; assistir às tragédias, ajudando-as com o nosso zelo, dedicação e amparo; socorrendo a quem pudermos socorrer sem perguntar quem sejam ou o que professam.
Os tempos estão chegados e as grandes mudanças se efetuarão, queiramos ou não, entendamos ou não. A transformação se faz necessária e o momento de nosso testemunho é agora. Vamos deixar para segundo plano as coisas supérfluas, de constituição efêmera, coisas que não sobreviverão às grandes catástrofes. Muitos alertas já foram dados pela espiritualidade e agora é o chamamento final.
Os dias estão contados para muitos, as horas são inexoráveis e os minutos mais importantes do que nunca. O que mencionamos não deve se constituir uma ameaça, apenas um lembrete do que seus espíritos já conhecem. Práticas, práticas e práticas esotéricas (interior) e exotéricas (exterior) dentro dos padrões concernentes às boas obras.
4 - Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra de Deus
O alimento para o nosso espírito é mais importante que tudo; são todas as energias puras que nos chegam para nos revigorar e nos fazer capazes das mais incríveis odisseias. O que conhecemos não deve nos impressionar mais do que tudo que desconhecemos. Quando nos propomos a escalar uma montanha, ignoramos o panorama que descortinaremos lá do alto. A visão total do que podemos abarcar com olhos carnais já é estarrecedora, quem dirá quando contemplarmos com o poder do espírito liberto.
Nosso trabalho nas reuniões que fazemos aqui fala-nos dessa possibilidade de desprendimento, quer para os espíritos que por aqui passam, quer para os encarnados que se dedicam com amor. Um pouco de reclusão diária só nos fará bem; sem premeditação, entreguemo-nos a Deus, que Ele fará o resto.
Vamos experimentar?
Aos que perguntarem se isso é mesmo possível, responderemos que não é mais uma questão de crença, mas de comprovação. Os exercícios ainda são muito importantes e eles nos levarão à sintonia certa. Uma vez sintonizado o aparelho mediúnico, o intercâmbio vai se fazendo naturalmente. Não é nada sobrenatural; é tudo muito simples, natural e decorrente de um posicionamento. Nossa mente vai ser posta em ação e os contatos serão imediatos.
Numa primeira fase, nos predispomos, sentando-nos confortavelmente, relaxando-nos física e mentalmente, de maneira a sermos um vaso puro onde será derramado o elixir mirabolante das energias, previamente preparadas pelo plano espiritual superior. É um trabalho que não está começando hoje, mas vem sendo elaborado, testado e comprovado há muito tempo. O fruto está maduro, pronto para ser colhido e saboreado; alimentará todo o nosso ser e ainda suprirá a necessidade de tantos outros.
Todo aquele que já tem conhecimento das verdades eternas, é fiel a seus propósitos e quer se desenvolver mais, encontrará as portas abertas. Assim acontecerá indiscriminadamente para todos.
Que a religião não seja o tropeço para tal, já que a mediunidade não é privilégio de ninguém.
Façamos o nosso exercício de hoje.
5 - O espírito, centelha viva do amor de Deus
Eu sou, tu és, ele é espírito. Mas o que isso significa? Nada para a maioria, e muito para bem poucos encarnados. É preciso nos reportarmos aos primórdios da "civilização" para nos inteirarmos do significado do espírito. Na mais ingênua simplicidade, nosso ancestral não ignorava que alguma coisa existe além da morte do corpo físico. Alguma força invisível se esvaiu do cadáver.
O coração emudeceu; a cor lhe fugiu da carne, e o silêncio é o que resta. Mistério!... E atrás deste profundo silêncio, uma voz se faz ouvir: dentro de cada sobrevivente fala a voz interior de cada um, uma voz que não tem nome, mas que se sente e se entende – Deus – a suprema divindade para os já iconoclastas gentios.
Deus, que habita dentro e fora de nós, concretiza a grande realidade da Vida; a Vida, que é imortal, porque foge de nós e continua em nós. Esta é a grande dualidade: Deus – Espírito; Espírito – centelha divina; que juntos formam uma só unidade – a Unidade do Espírito Santo.
6 - O poder do Espírito Santo
A força que está em nós, que nos incita a irmos para a frente, existe; tenhamos ou não consciência dela. O ser humano, instruído ou não, rico ou pobre, moço ou velho, a conhece bem e justamente nas horas de maiores dificuldades. O chamado instinto de conservação não é nada menos que o próprio Deus em nós. Considerado assim, de maneira bastante elementar, vemos que essa força nos dirige com sabedoria nos momentos mais cruciais.
Analisando as reações do corpo físico, só o que por enquanto podemos fazer, concluímos, por simples observação, que Deus está sempre em nós, desde a fecundação até a morte. A força do Amor, que é a Lei da Atração Universal, dirige essas células umas para as outras para que o grande acontecimento se cumpra.
Na fusão de dois seres unicelulares está o segredo da vida carnal; mas nada acontece por acaso, um grande preparo antecedeu esse “milagre”. Mão invisível guiou, além de tudo, as duas criaturas que tiveram que se encontrar por “força do destino”, ou melhor dizendo, por força do Espírito Santo, que rege toda a Criação.
Diante de nós, temos a natureza a nos falar de Deus. Que essa mesma natureza seja para nós um hífen de luz para o céu, céu interior naturalmente, onde encontraremos as chaves de todos os mistérios e a nossa verdadeira felicidade.
7 - Quem pode mais, chora menos; quem sabe mais, sofre menos
A verdade é que a vida nos ensina a viver. A cada lição aprendida, um sofrimento a menos. Enquanto não formos senhores de nós mesmos, seremos escravos dos outros também. O que é ser senhor de si? É viver a nossa vida com conhecimento de causa e, assim, não causarmos a nós o peso da ignorância alheia. O que os outros são ou fazem não nos interessa; deixemos que cada um viva as suas experiências e não admitamos que isso venha interferir na nossa conduta.
Isto não é ser egoísta; é simplesmente ser condescendente. Se a vida é sábia e disso não temos dúvida, por que não permitir que os outros aprendam também, como já aprendemos? É uma questão de tempo. Paciência é um atributo do professor. Temos de saber esperar que o conhecimento seja digerido e assimilado pelo aluno. Também nós fomos alunos, e alunos continuamos sendo; precisamos da paciência dos nossos mestres, assim como nossos companheiros menos capacitados precisam de nós.
Ao bom entendedor, meia palavra basta. Mas para o mau entendedor são necessárias repetidas palavras e, principalmente, bons exemplos. No preâmbulo de uma Nova Era, estamos nós a delinear nossos primeiros traços no livro em branco de nossas vidas. O que há de vir? O que restará dessa nossa civilização? Quem será o futuro habitante deste planeta? Sobre isso podemos até cogitar, sonhar e fantasiar.
A verdade, porém, não podemos modificar, e de uma coisa estamos certos: como está, não é possível continuar. Forçosamente tem de haver um basta; com profecias ou não, nossa própria voz interior nos fala que esta cadeia do mal, engendrada pelo próprio homem na sua luta egoísta para conquistar sempre mais e mais coisas perecíveis, tem de ser quebrada.
Deus onipotente está sempre agindo em nosso favor. De uma ou outra forma, Ele está nos alertando para que retomemos nossas rédeas para agirmos conjuntamente nesta hora fatal. Os clarins ressoam em nosso espírito, conclamando-nos para o trabalho de resgate sem discriminação, sem julgamento. Quem estiver ao nosso lado com certeza merecerá nossa atenção. A intuição nos ditará as regras e o modo pelos quais agiremos.
Preencheremos as páginas do livro da Nova Era com o fruto do nosso trabalho. Os habitantes desse novo mundo seremos nós mesmos – a humanidade resgatada das grandes catástrofes – físicas e morais.
E um novo dia há de brilhar para todos!
8 - Planeta Terra, nossa morada
Plainamos nas alturas e a viagem tem início. Varamos as nuvens, ultrapassamos os píncaros das mais elevadas cordilheiras; vamos ficando cada vez mais leves e mais condicionados a esse voo espetacular. Assim como o nosso contato material se foi, assim também, sem quase o percebermos, ultrapassamos as barreiras sonoras para ingressarmos numa atmosfera rarefeita e propícia aos nossos devaneios.
Nossa individualidade se funde à totalidade do incognoscível. Aspiramos os odores inimagináveis e a fragrância desses perfumes nos inebria. Nosso espírito voa aos confins da Terra, que vai ficando para trás, cada vez menor, cada vez mais distante.
9 - Terra!
Como te vemos tão pequenina, perdida neste espaço sem fim!
O teu significado e o teu valor se avultam à medida que te deixamos. Já não ouvimos os teus lamentos, as tuas dores, os teus gritos de aflição... banhados por este amor divino, só sabemos render-te culto por tudo o que agora significas para nós: berço de luz para nossos espíritos sequiosos de evolução; sacrário onde novas experiências nos esperam, nas novas vidas que teremos.
Enquanto nos extasiamos neste lapso de eternidade, tu, minha Terra querida, continuas a girar, a te refazeres das duras perdas por que passaste. A tua vida, assim como a dos teus habitantes, continua; até quando, não sabemos.
Mas o que importa saber, se já temos a consciência a nos falar da Perfeição, do Amor e do Equilíbrio Universal?
Deus, como sempre, nos guiará para o infinito e a ti deixamos nossos imorredouros agradecimentos. Deus, na Santíssima Trindade, seja louvado. Voltemos à nossa Terra, pois que ela é ainda o nosso lar, a nossa morada de tantos e tantos anos. Pelo menos agora sabemos por que aqui moramos; ora felizes, ora tristes, vamos firmando nossos passos, pois do que aqui fizermos dependerá o êxito de nossas missões.
A realidade aqui embaixo é bem cruel. Os choques e tantas tribulações se fazem sentir. Os embates são terríveis, o desacordo total. O que presenciamos em torno de nós é macabro, horripilante, fantasmagórico. Fechamos momentaneamente os olhos para nos refazermos perante esse espetáculo hediondo. Já não parece que os homens tenham sido criados por Deus; se acreditarmos nas forças do mal, diremos que Satanás venceu.
Não vamos descrever aqui o que constatamos como verdade. Afirmamos apenas que o nosso dever aumenta à medida que conhecemos a origem deste mal. Conhecedores que somos da psique humana, pois humanos também somos, temos a obrigação de compreendermos e perdoarmos esses delitos todos.
A ignorância do ser humano em geral é crassa, mas o ser humano não foi criado assim. Perdeu-se através das vidas. Quanto mais fugiu do centro, que é o seu próprio Eu Superior, tanto mais aumentaram os seus sofrimentos, gerados pelo desequilíbrio das forças naturais. E assim, como se escorregasse à beira de um abismo, a queda foi avassaladora e inevitável. Se não podemos dar a mão a tais infelizes, ajamos com a força do nosso pensamento elevado ao Poder Supremo, que nos dirige a todos.
Formemos uma cadeia, agora do bem, para executarmos sem deslize, sem perturbação o Plano Superior. Está nas nossas mãos fazê-lo. Deus nos deu esta prerrogativa. Unidos ao Amor Absoluto, nossos pensamentos serão uma só energia, agindo em favor dessas almas perdidas. Isso não mais constitui novidade para nós e, por meio destes trabalhos mediúnicos, temos salvo desses abismos profundos a muitos dos nossos irmãos.
Esclarecidos e depois de uma guinada total, voltam-se hoje eles para nos enriquecer com seus novos conhecimentos e sua ajuda incalculável.
O remédio, temo-lo às mãos. Deus proverá o resto.
Trabalho não nos falta. É só entendermos.
Sabemos como lidar com esses irmãos necessitados de amor, de esclarecimento, de orientação para que eles possam seguir suas vidas. É tão agradável para nós mesmos trabalhar assim! Dentro dos princípios cristãos, vamos levando a verdade que nos liberta de todo esse jugo.
Quem tem discernimento para entender esses problemas morais, deve mesmo agir desta forma: retirar-se momentaneamente do mundo, ligar-se às esferas superiores, que realizam para nós o que ainda não podemos realizar sozinhos. Recursos elas têm, e num instante toda a problemática se resolve.
Os acontecimentos diários, que sempre levam o ser humano à exaustão, contribuem naturalmente para que ponhamos nosso potencial à prova. Se a vida complicou, pelo menos conseguimos agora enxergar mais, numa visão que vai aumentando à medida que pomos em prática esse programa. Estamos evoluindo e a nossa sensibilidade está cada vez mais acurada para não perdermos tempo com cogitações menos importantes e com sofrimentos desnecessários.
A luz do Cristo brilhe para nós.
Vamos em frente e Deus seja louvado!
O amor é mais importante que a forma de trabalho.
Quando dizemos que nos afinamos com alguém, estamos querendo dizer que as nossas vibrações, como numa escala cromática, se misturam com as desse alguém com a mesma intensidade de cores, isto é, de vibrações, como numa música suave, em que os sons deslizam agradavelmente, tornando-a ainda mais deleitosa. Nossos espíritos como que se fundem, exultantes de amor.
Fazer desta sintonia uma maravilhosa sinfonia é nosso mister. Os sons fluem naturalmente; tudo é muito bom. Mas pode ficar ainda melhor. Os artistas vamos ser nós. Para tanto, precisamos de exercício, de prática, de disciplina. O artista que extravasa na tela, no mármore, na pauta e em tantas outras formas os seus talentos, não nasceu hoje. Sua vida devotada à harmonia, ao equilíbrio de formas e sons, vem de muito longe, através de numerosas reencarnações.
O resultado positivo que hoje constatamos e que atribuímos a um dom recebido de Deus é fruto de trabalho constante e de dedicação. Não há privilegiados. Todos nós evoluímos com muito sacrifício em todas as facetas da nossa personalidade. A teoria é sempre louvável pelo que ela representa em questão de estudo, de esforço para descoberta de novas verdades, mas ela, sem a prática, perde seu valor, se não estiver aliada a uma utilidade comum.
O legado que temos recebido da arte e da ciência, sem dúvida, é um acervo digno de menção. O que conseguimos através da tecnologia é mais do que realmente necessitamos. As máquinas ultrapassaram os limites do manuseio do ser humano, que, na sua maioria, não tem como desfrutá-las. As condições de vida neste planeta são precaríssimas e o progresso material não condiz com as necessidades mais prementes. É uma discrepância inadmissível entre o poder bélico de algumas poucas nações perante à miséria de tantas e tantas outras. Afinal, o que está faltando no mundo é mesmo mais harmonia, mais sentimento, mais amor.
Sempre que tivermos de tomar uma decisão, apelemos para nossa consciência. Nada melhor do que ela para nos alertar das inconveniências de atitudes menos dignas. A aquisição de hábitos salutares virá com a constante vigilância das nossas intenções. Ninguém melhor do que nós para fazermos uma avaliação. A nossa voz interior nos responde com acerto toda vez que a ela nos dirigimos. Este é um exercício indicado para o nosso equilíbrio e só estará garantido quando não houver mais vacilações.
A vida nos leva por um caminho adequado à nossa evolução; isso não quer dizer que o caminho vai ser sempre o mesmo. Dependendo da nossa resposta à aprendizagem, temos sim de mudar nossos costumes, nossas regras de ação, nosso modo de pensar. Quando começamos a andar, nossos passos são pequenos, incertos, inseguros; é preciso muito treinamento e vontade para o desenvolvimento do nosso corpo; a mesma coisa para o falar; tudo depende do exercício de tantos órgãos, músculos etc. e de uma série de pequeninas atitudes, que, na maioria das vezes, ignoramos.
A evolução é um fato incontestável. É confortador para nós termos consciência disso. O extravasamento desses conhecimentos é também natural e por isso nos preocupamos tanto com os outros. Importante, porém, que essa preocupação não chegue ao ponto de querermos impor nossas ideias. A imposição seria de certa forma uma escravização, o que fugiria dos nossos preceitos cristãos. Com muito tato, saibamos abarcar a problemática e resolvê-la aos poucos.
Nossas conquistas nesse sentido hão de ser serenas, pacientes, quase anônimas.
E quanto temos ainda a conquistar! ...
Sem grandes pretensões, vamos fazendo nossos exercícios de atenção, observação, aferição de nossas atitudes, introspecção e meditação. Vamos aos poucos penetrando neste nosso mundo interior. Será uma experiência exclusivamente nossa. Façamo-la portanto!
Sem esse recurso, tatearemos nas trevas. A meditação nos leva à luz, ao equilíbrio das nossas emoções, à paz interior. Esta será a nossa maior riqueza. Entendendo as fraquezas humanas, saberemos lidar com elas, sem nos deixar contaminar. É um trabalho de paciência, de tempo, de dedicação. Façamos agora o nosso relaxamento físico e mental.
10 - Deus e o Universo
A força gravitacional que liga as partículas nucleares do átomo garante a interação total de todos os elementos naturais. Falando-se do Cosmos, sabemos comprovadamente que essa força existe, ainda que não tivéssemos conhecimento dela. Ora, Deus é o próprio Universo; portanto, o seu equilíbrio, a sua força de coesão.
O que antigamente era o grande mistério da Vida, hoje torna-se tão óbvio quando, pela própria ciência, atestamos este fato. Se Deus é luz e se a luz se difunde por meio de seus próprios corpúsculos, nada mais claro do que as ondas luminosas, que são ao mesmo tempo partículas, se reintegrem constantemente e interajam para manter o equilíbrio cósmico à custa de sua própria força.
Se pudéssemos retirar parte deste Todo, o que só hipoteticamente seria possível, ela (a parte) continuaria a irradiar sua própria energia imanente, ainda que dele afastada.
Por isso é que Deus é Uno. É Indivisível, Perfeito e Eterno!
Fim do capítulo 1
A ignorância do ser humano em geral é crassa, mas o ser humano não foi criado assim. Perdeu-se através das vidas. Quanto mais fugiu do centro, que é o seu próprio Eu Superior, tanto mais aumentaram os seus sofrimentos, gerados pelo desequilíbrio das forças naturais. E assim, como se escorregasse à beira de um abismo, a queda foi avassaladora e inevitável. Se não podemos dar a mão a tais infelizes, ajamos com a força do nosso pensamento elevado ao Poder Supremo, que nos dirige a todos.
Formemos uma cadeia, agora do bem, para executarmos sem deslize, sem perturbação o Plano Superior. Está nas nossas mãos fazê-lo. Deus nos deu esta prerrogativa. Unidos ao Amor Absoluto, nossos pensamentos serão uma só energia, agindo em favor dessas almas perdidas. Isso não mais constitui novidade para nós e, por meio destes trabalhos mediúnicos, temos salvo desses abismos profundos a muitos dos nossos irmãos.
Esclarecidos e depois de uma guinada total, voltam-se hoje eles para nos enriquecer com seus novos conhecimentos e sua ajuda incalculável.
O remédio, temo-lo às mãos. Deus proverá o resto.
Trabalho não nos falta. É só entendermos.
Sabemos como lidar com esses irmãos necessitados de amor, de esclarecimento, de orientação para que eles possam seguir suas vidas. É tão agradável para nós mesmos trabalhar assim! Dentro dos princípios cristãos, vamos levando a verdade que nos liberta de todo esse jugo.
Quem tem discernimento para entender esses problemas morais, deve mesmo agir desta forma: retirar-se momentaneamente do mundo, ligar-se às esferas superiores, que realizam para nós o que ainda não podemos realizar sozinhos. Recursos elas têm, e num instante toda a problemática se resolve.
Os acontecimentos diários, que sempre levam o ser humano à exaustão, contribuem naturalmente para que ponhamos nosso potencial à prova. Se a vida complicou, pelo menos conseguimos agora enxergar mais, numa visão que vai aumentando à medida que pomos em prática esse programa. Estamos evoluindo e a nossa sensibilidade está cada vez mais acurada para não perdermos tempo com cogitações menos importantes e com sofrimentos desnecessários.
A luz do Cristo brilhe para nós.
Vamos em frente e Deus seja louvado!
O amor é mais importante que a forma de trabalho.
Quando dizemos que nos afinamos com alguém, estamos querendo dizer que as nossas vibrações, como numa escala cromática, se misturam com as desse alguém com a mesma intensidade de cores, isto é, de vibrações, como numa música suave, em que os sons deslizam agradavelmente, tornando-a ainda mais deleitosa. Nossos espíritos como que se fundem, exultantes de amor.
Fazer desta sintonia uma maravilhosa sinfonia é nosso mister. Os sons fluem naturalmente; tudo é muito bom. Mas pode ficar ainda melhor. Os artistas vamos ser nós. Para tanto, precisamos de exercício, de prática, de disciplina. O artista que extravasa na tela, no mármore, na pauta e em tantas outras formas os seus talentos, não nasceu hoje. Sua vida devotada à harmonia, ao equilíbrio de formas e sons, vem de muito longe, através de numerosas reencarnações.
O resultado positivo que hoje constatamos e que atribuímos a um dom recebido de Deus é fruto de trabalho constante e de dedicação. Não há privilegiados. Todos nós evoluímos com muito sacrifício em todas as facetas da nossa personalidade. A teoria é sempre louvável pelo que ela representa em questão de estudo, de esforço para descoberta de novas verdades, mas ela, sem a prática, perde seu valor, se não estiver aliada a uma utilidade comum.
O legado que temos recebido da arte e da ciência, sem dúvida, é um acervo digno de menção. O que conseguimos através da tecnologia é mais do que realmente necessitamos. As máquinas ultrapassaram os limites do manuseio do ser humano, que, na sua maioria, não tem como desfrutá-las. As condições de vida neste planeta são precaríssimas e o progresso material não condiz com as necessidades mais prementes. É uma discrepância inadmissível entre o poder bélico de algumas poucas nações perante à miséria de tantas e tantas outras. Afinal, o que está faltando no mundo é mesmo mais harmonia, mais sentimento, mais amor.
Sempre que tivermos de tomar uma decisão, apelemos para nossa consciência. Nada melhor do que ela para nos alertar das inconveniências de atitudes menos dignas. A aquisição de hábitos salutares virá com a constante vigilância das nossas intenções. Ninguém melhor do que nós para fazermos uma avaliação. A nossa voz interior nos responde com acerto toda vez que a ela nos dirigimos. Este é um exercício indicado para o nosso equilíbrio e só estará garantido quando não houver mais vacilações.
A vida nos leva por um caminho adequado à nossa evolução; isso não quer dizer que o caminho vai ser sempre o mesmo. Dependendo da nossa resposta à aprendizagem, temos sim de mudar nossos costumes, nossas regras de ação, nosso modo de pensar. Quando começamos a andar, nossos passos são pequenos, incertos, inseguros; é preciso muito treinamento e vontade para o desenvolvimento do nosso corpo; a mesma coisa para o falar; tudo depende do exercício de tantos órgãos, músculos etc. e de uma série de pequeninas atitudes, que, na maioria das vezes, ignoramos.
A evolução é um fato incontestável. É confortador para nós termos consciência disso. O extravasamento desses conhecimentos é também natural e por isso nos preocupamos tanto com os outros. Importante, porém, que essa preocupação não chegue ao ponto de querermos impor nossas ideias. A imposição seria de certa forma uma escravização, o que fugiria dos nossos preceitos cristãos. Com muito tato, saibamos abarcar a problemática e resolvê-la aos poucos.
Nossas conquistas nesse sentido hão de ser serenas, pacientes, quase anônimas.
E quanto temos ainda a conquistar! ...
Sem grandes pretensões, vamos fazendo nossos exercícios de atenção, observação, aferição de nossas atitudes, introspecção e meditação. Vamos aos poucos penetrando neste nosso mundo interior. Será uma experiência exclusivamente nossa. Façamo-la portanto!
Sem esse recurso, tatearemos nas trevas. A meditação nos leva à luz, ao equilíbrio das nossas emoções, à paz interior. Esta será a nossa maior riqueza. Entendendo as fraquezas humanas, saberemos lidar com elas, sem nos deixar contaminar. É um trabalho de paciência, de tempo, de dedicação. Façamos agora o nosso relaxamento físico e mental.
10 - Deus e o Universo
A força gravitacional que liga as partículas nucleares do átomo garante a interação total de todos os elementos naturais. Falando-se do Cosmos, sabemos comprovadamente que essa força existe, ainda que não tivéssemos conhecimento dela. Ora, Deus é o próprio Universo; portanto, o seu equilíbrio, a sua força de coesão.
O que antigamente era o grande mistério da Vida, hoje torna-se tão óbvio quando, pela própria ciência, atestamos este fato. Se Deus é luz e se a luz se difunde por meio de seus próprios corpúsculos, nada mais claro do que as ondas luminosas, que são ao mesmo tempo partículas, se reintegrem constantemente e interajam para manter o equilíbrio cósmico à custa de sua própria força.
Se pudéssemos retirar parte deste Todo, o que só hipoteticamente seria possível, ela (a parte) continuaria a irradiar sua própria energia imanente, ainda que dele afastada.
Por isso é que Deus é Uno. É Indivisível, Perfeito e Eterno!











Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe seu comentário sempre respeitoso tendo em vista a proposta da Obra. Obrigado!